Herói (2002)

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a crítica

Talvez não tenha culpa de já existir O TIGRE E O DRAGÃO, mas a verdade é que o bruá do espanto faz falta ao espectador (...) Yimou fica a perder em toda a linha (...) Digamos que é um exibicionismo com efeitos nefastos, não obstante um «state of the art» técnico intocável.”
Rui Pedro Tendinha, Premiere
(...) se Zhang Yimou estava morto, acabou de ressuscitar. Esta é uma das grandes obras do ano, ombreando com O TIGRE E O DRAGÃO na recuperação dos velhos filmes de artes marciais, onde a gravidade se ausentou e os duelos se transfiguram em prodigiosos bailados de espada na mão (...) Independentemente de ser melhor ou pior filme, HERÓI é «mais chinês» e, em termos formais, ainda mais radical do que a obra de Lee”
João Miguel Tavares, Diário de Notícias