(2003)

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4.0/5Rolling-Murray Rolling-Murray 4 de Outubro de 2010 às 16:21

Título-sensação do festival de Sundance em 2003 e um dos filmes independentes mais premiados dos útimos anos, "The Station Agent" é uma pequena jóia que merece ser vista e apreciada pela comunidade cinéfila. A sua maior força é o modo subtil e honesto como aborda a temática da solidão nas suas mais variadas formas e motivos, transmitindo também uma forte mensagem positiva acerca das vantagens da partilha dessa condição na descoberta de amizades verdadeiras e desinteressadas.
O elenco aprensenta também interpretações de eleição, a começar pelo surpreendente Peter Dinklage. Assim de repente, é difícil lembrar-me de um filme onde uma personagem anã assuma tal protagonismo, excepto na área da fantasia ou da comédia (como no hilariante "In Bruges"). Dinklage não só torna credível o seu protagonismo no género dramático, como é capaz de conferir à personagem uma credibilidade e dignidade tais que o pormenor do seu tamanho não passa disso mesmo: um pormenor. Passe o jogo de palavras, Dinklage faz um trabalho gigantesco e mostra ser um actor de corpo inteiro, merecendo ser respeitado apreciado como tal.
Depois há ainda Patricia Clarkson, essa maravilhosa actriz que ano após ano deixa a sua distinta marca em vários papéis secundários, nos quais consegue sempre sobressair pela sua postura madura e talento inquestionável. Neste filme consegue finalmente uma oportunidade de brilhar na interpretação de uma personagem mais complexa do que o habitual, e o resultado não podia ser mais esclarecedor: cerca de metade dos prémios ganhos pelo filme de estreia na realização do actor Thomas McCarthy foram para ela.

http://cinema-pongal.wordpress.com

4.0/5Valverde Valverde 19 de Junho de 2010 às 00:51

Um muito bonito filme, que aborda o tema da solidão e de seguida de três improvaveis amizades que se juntam numa odisseia pela descoberta de cada um deles. É uma pequena obra que dá um gozo enorme conhecer.

Filipe Nunes
Filipe Nunes 5 de Abril de 2007

Um bonito filme, mas que não agradará a todos. 14/20

elcost
elcost 10 de Março de 2006

SOBERBO. Dá pra rir e pra chorar. A simplicidade pode ser um luxo.