(2003)

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a crítica

Depois do divertido SCARY MOVIE 3, parcial regresso à boa forma, chega agora o anterior A FILHA DO PATRÃO, bastante menos conseguido (...) A história corre segundo a lógica da confusão habitual no «slapstick» mais óbvio e mecânico, com Zucker só a espaços a conseguir disfarçar o desinteresse pela «encomenda».”
Vasco T. Menezes, Público
A FILHA DO PATRÃO é um filme marcado pelo tempo, situações conhecidas e piadas gastas. Apesar de tudo, ainda consegue construir algumas cenas divertidas (...) Humor «cansado».”
Manuel Cintra Ferreira, Expresso