O Tempo que Resta (2005)

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a crítica

É verdade que esta história já foi filmada mil vezes (...) Contudo, o excelente trabalho de Melvil Poupaud salva o filme de territórios melodramáticos perigosos (...) Um bom regresso, sereno, afastado das passadeiras vermelhas: enfim, tudo aquilo que o percurso de Ozon estava a precisar.”
Francisco Ferreira, Premiere