Havana - Cidade Perdida (2005)

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a crítica

O que já é mais grave é o insuportável pendor caricatural com que se retratam Che Guevara ou Baptista, sem qualquer intenção de seriedade histórica mínima. O romance central entre o herói «resistente» e a viúva da revolução é de um ridículo sem nome.”
Mário Jorge Torres, Público