Os Seis Sinais da Luz (2007)

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a crítica

Falta ambição a este filme realizado por David Cunningham, que apesar de tudo não é um mau exercício de estilo entre «Harry Potter» e «O Segredo de Terabithia». Carece de garra e dimensão, que até sensivelmente à meia-hora consegue irrepreensivelmente criar. Mas depois é um deslize ininterrupto em que a falta de orçamento terá ditado meio fracasso do filme. A restante responsabilidade caberá aos actores a quem falta também a genica necessária para tornar credível esta já de si anoréctica história, cujo desenrolar até final faz-se sem qualquer surpresa, realizando todos os clichés possíveis e imaginários. O que salva «Os Seis Sinais de Luz» do desastre total é a tentativa de acrescentar alguma dimensão humana, que é (mas nem sempre) alcançada. Mas um épico que se fica pela intenção.”
Paulo Figueiredo, Cinema PTGate