Boarding Gate (2007)

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a crítica

(...) um argumento que parece ter sido escrito cinco minutos antes da câmara arrancar. Narrativa frágil, diálogos penosos e a certeza de que só Asia é que merece perdão.”
Gonçalo Frota, Sol
Assayas não é um cineasta vulgar, mesmo nos seus filmes menos bons. Mas basta ver com atenção o penoso diálogo de Asia e Michael Madsen, logo no início, para perceber que, desta vez, a «trip» não resulta.”
Francisco Ferreira, Expresso